terça-feira, janeiro 6

T-shit porreira

segunda-feira, janeiro 5

Aveiro

"Por uma qualquer razão que eu não percebo muito bem, Aveiro é a minha cidade portuguesa preferida. Aveiro tem qualquer coisa diferenciadora. Volto a dizer que não sei bem o que é, aliás, não sei de todo. O que eu sei, é que gosto de chegar à Aveiro, de ir à Praia da Barra, de beber uns copos na Praça do Peixe onde em tempos existiu um bar que se chamava " Luis-arma-Estrondo". Costumo dizer que se um dia for rico, gostava de comprar uma casa em frente à Praia da Barra. Mais do que em Nova Iorque ou Praga, eu gostava mesmo era de ter uma casa em frente à praia da barra em Aveiro. Com uma varanda ampla. Com calor lá fora e um dry martini com duas pedras de gelo."
Fernando Alvim

segunda-feira, dezembro 29

IMPORTANT ECONOMICAL QUESTION


O Dólar vai CAIR ou não?

quarta-feira, dezembro 24

Bom Natal

segunda-feira, dezembro 22

Para ti Jacek

segunda-feira, dezembro 15

A vida é feita de camadas

Por falar em camadas, vamos marcar 1 camada de Natal??

quarta-feira, dezembro 3

A ditadura na Madeira

Não é que seja novidade para alguém, mas os sinais de ditadura na Madeira são cada vez mais fortes.

Os mecanismos de censura vão sendo criados e nem é preciso ser um processo gradual: a pouca vergonha é tanta...

E o Presidente Cavaco continua calado que nem um rato.

Aqui fica a notícia de hoje, do jornal "Público":

"

Assembleia da Madeira retarda emissões em directo na internet para poder cortar "cenas desprestigiantes"
03.12.2008 - 09h20 Tolentino de Nóbrega
A emissão online do plenário da Assembleia Legislativa da Madeira (ALRAM) voltou ontem a ser retardada cinco minutos para permitir o corte de "cenas desprestigiantes" para este primeiro órgão do governo da região.

Negando tratar-se de "acto de censura", o presidente do parlamento madeirense, Miguel Mendonça, assumiu a responsabilidade pela adopção da medida preventiva. Justificou-a como forma de evitar a emissão de episódios como o protagonizado por José Manuel Coelho, ao desfraldar a bandeira com a cruz suástica quando intervinha na tribuna. O vídeo foi então divulgado pela edição online do PÚBLICO a partir da emissão em directo da própria parlamento disponível na Internet em www.alram.pt.

No dia seguinte, depois daquele deputado do PND ter sido impedido de entrar no parlamento, a transmissão do plenário foi abruptamente interrompida quando o líder da Nova Democracia, Baltazar Aguiar, irrompeu da galeria do público, com protestos contra a "imediata suspensão" do seu deputado. Esta decisão, proposta e aprovada pelo PSD, acabou por ser revogada, após ser unanimemente reconhecida como ilegal e inconstitucional e para travar a intervenção do Presidente da República.

Directo só para o PSD

"A décalage de cinco minutos é para que esse senhor deputado do PND não seja comandado à distância por terceiros, que do exterior seguiam a transmissão do plenário em directo", explicou o presidente do parlamento à RDP-M. "Não ando aqui para ver passar os navios", garantiu.

"Não é fundamental que a transmissão seja feita em tempo real", considera o presidente da assembleia que também mandou cortar a transmissão do circuito interno televisivo para os gabinetes dos grupos parlamentares da oposição e para a sala de imprensa, agora igualmente privada da emissão em áudio. Às imagens em directo apenas pode aceder-se nas instalações do PSD e dos colaboradores directos do presidente, dos quais parte a ordem de corte para a régie.

Contra esta situação, o PS apresentou um projecto de resolução que regula o "plenário online" e o portal da assembleia na Internet, sem cortes e nem atrasos. Determina que seja disponibilizado o sinal da rede interna de vídeo para efeitos da sua distribuição através das redes públicas e privadas de televisão por cabo, até agora interdito por decisão do próprio parlamento.

Para captarem imagens das sessões, as câmaras da RTP-Madeira e de outras televisões têm espaço obrigatório junto à bancada de imprensa, atrás das bancadas dos partidos da oposição, onde antes ficavam os deputados da maioria. Contrariando a tradição parlamentar que distribui os partidos consoante o seu posicionamento ideológico, o PSD decidiu, em anterior legislatura, passar da direita para a esquerda do hemiciclo para que os seus deputados sejam filmados de frente e os da oposição de costas.

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sexta-feira, novembro 21

O Rei !!!

quarta-feira, novembro 19

Sandra Figueiredo | Revista FHM

A Universidade de Aveiro está bem representada no concurso da FHM

segunda-feira, novembro 17

Magalhoa

encontrado aqui.

buzz....

visto n'O Incontinental.

Dupla Penetração

segunda-feira, novembro 10

Ingenuidade... minha!

No seguimento do post "Irritação" vem este da Ingenuidade, apenas porque custa pensar que certas coisas não passam de coincidências. Esta sequência de acontecimentos, dos quais vos mostro apenas algumas notas, são disso mesmo um exemplo.

"A 'Nova Alcântara', como pomposamente lhe chama José Sócrates, é uma obra prejudicial à cidade de Lisboa, inútil e desbaratadora de dinheiros públicos, com todo o aspecto de ser ilegal e que levanta fundadas suspeitas de favorecimento negocial inadmissível.

É devastadora para a cidade, porque, além de uma extensa faixa de rio, nos vai roubar um dos privilégios únicos que Lisboa tem: a possibilidade de ver atracados ao seu centro os navios de passageiros cuja imagem faz sonhar milhões de pessoas no mundo inteiro.(...) Nem rio, nem navios: uma montanha de caixotes de ferro, empilhados uns sobre os outros. Mas o roubo do rio não se fica por aí: aproveitando o balanço e a deslocação do terminal de navios de passageiros da gare onde estão os painéis de Almada Negreiros para o extremo oriental da cidade, o Porto de Lisboa esfrega as mãos de contente e prepara-se para dar cumprimento à sua mais recorrente ambição: a construção imobiliária à beira-rio. Deixa-se a gare de Alcântara e os painéis de Almada para os contentores e vai-se fazer em Santa Apolónia, em cima do rio, mais uma barreira de 600 metros de comprimento e outros 15 a 20 de altura, para albergar uma nova gare e, já agora, um centro comercial e um hotel... para os passageiros dos barcos, com camarote pago a bordo. E há outro dano, ainda: durante seis anos, o governo vai lançar mãos à obra de enterrar a via férrea existente, adaptando-a à necessidade de escoar um milhão de contentores a partir do centro da cidade. Num ponto crucial de entrada e saída de Lisboa, vamos ter um pandemónio instalado durante vários anos, para conseguir fornecer as acessibilidades tornadas necessárias pela localização errada do terminal de contentores.

Nessas obras, vai o governo gastar para cima de 200 milhões de euros, através da CP e da Refer, de forma a tornar viável um negócio privado que é, além do mais, totalmente inútil. Lisboa tem capacidade subaproveitada para receber contentores - mas não ali e justamente na zona oriental, para onde querem mandar os navios de passageiros. Aliás, em Alcântara, vai ser ainda necessário dragar o rio, porque o seu fundo não assegura o calado dos navios que para ali se querem levar para despejar contentores. E, quando tanto se fala em descentralização, é notável pensar que o Estado quer investir 200 milhões para trazer contentores para o centro da capital, quando ali ao lado, em Setúbal, existe um porto perfeito para isso e cuja capacidade não aproveitada é de 95%! E isto para já não falar em Sines...

Tão absurdo projecto só pode ser fruto de uma imbecilidade inimaginável ou... de uma grande, grandessíssima, negociata.
(...)
Em 1984, o Decreto-lei n.º 287/84 estabelecia as bases para a exploração do Terminal de Contentores de Alcântara, com as seguintes condições: área de ocupação restrita; atracagem apenas permitida a navios que, pelo seu calado, não pudessem acostar a Santa Apolónia; prazo de exploração de 20 anos, e concessão mediante concurso internacional. Com estas condições, apenas uma empresa - a Liscont - se apresentou a concurso e tomou a exploração, que rapidamente se revelou deficitária. Em 1995, salvo erro, a Liscont é comprada pela Tertir, que vem a obter do Governo, nos anos seguintes, alterações ao contrato, que de todo subvertiam as regras do caderno de encargos do anterior concurso internacional: mais área de ocupação, possibilidade de acostagem de todo o tipo de navios e mais dez anos de prorrogação do prazo, agora fixado até 2014. Em 2006, oito anos antes de expirar o prazo da concessão, a Tertir é, por sua vez, comprada pela Mota-Engil, por um preço anormalmente elevado face à perspectiva de negócio futuro. Mas, em Abril deste ano, sem que nada o fizesse prever ou o aconselhasse em termos de interesse público, fica-se a saber que a concessionária obteve do Governo nova revisão extraordinária do contrato, com as seguintes alterações: alargamento da capacidade de descarga para mais do triplo; aumento da área de ocupação para mais do quíntuplo; manutenção das taxas, já reduzidas, de operação; e prolongamento do prazo de concessão por mais 27 anos (!), até 2042. Tudo sem concurso público, tudo negociado no segredo dos deuses, tudo perante o silêncio atordoador de António Costa, presumido presidente da Câmara de Lisboa. E, finalmente, em Setembro passado, através do citado Decreto-lei 188/2008, fica-se a saber que o Governo ainda se disponibiliza para investir mais de 200 milhões de euros para garantir à Liscont/Tertir/Mota-Engil as obras necessárias a garantir o escoamento da sua capacidade triplicada de movimento. Imaginem: eu tenho um pequeno restaurante à beira-rio, que não é viável, por falta de espaço e de acessibilidades, e cuja concessão a lei prevê que dependa de concurso público e só dure vinte anos. Vem o governo e, de uma assentada, autoriza-me a triplicar o espaço, prorroga-me o prazo de concessão de modo a que o meu negócio acabe garantido por um total de 57 anos e sem aumento de renda, disponibiliza-se para me fazer e pagar as obras de acessibilidade necessárias ao sucesso do restaurante... e tudo sem concurso público, negociado entre mim e eles, no resguardo dos gabinetes. É ou não é fantástico?"


"Assalto a Lisboa", Expresso, Miguel Sousa Tavares
Artigo completo aqui. Aconselho também a dar uma vista de olhos aos comentários feitos ao artigo.

Para não parecer só mais uma obra pública como todas as outras segue esta noticia no semanário Sol em Março de 2008, ou seja, um mês antes da revisão do contrato.

"Jorge Coelho vai ser consultor da Mota-Engil, participando narevisão da estratégia do grupo para os próximos 5 anos. Ironias do destino: Coelho demitiu- se do Governo na sequência da queda da ponte de Entre-os-Rios,e vai agora trabalhar para uma empresa de construção civil"
(...)
Jorge Coelho foi contratado pela Mota-Engil para estudar e rever o plano estratégico do grupo para os próximos cinco anos, revelou ao SOL o presidente António Mota. Coelho, que já foi ministro do Equipamento no Governo de António Guterres e está hoje afastado da actividade partidária activa, colaborará com a Mota-Engil como consultor externo, através da sua empresa."


E é assim que vai o nosso país... cheio de coincidências.

terça-feira, novembro 4

Irritacao

Porque e' que quando nos interrompem o sono ficamos irritados com TUDO?

Comprei um LP por um euro do qual conheco um single. De resto, estou a ouvir as outras musicas que nao conheco e uma a uma so' penso numa coisa:

"Que merda de musica"

Nevoeiro

O nevoeiro nao nos impede de ver, mas impede-nos de ver mais longe. Quando estamos nele envoltos temos oportunidade de ver apenas o que esta' perto de no's. Ao nos esforcarmos bastante, conseguimos ate' ver aquilo que raramente conseguimos alcancar: Nos pro'prios...