terça-feira, agosto 16

Mais Apple

Se a Apple lançasse um serviço GPS em parceria com o Tony Carreira, como se chamaria?

R.: iDestino.

quinta-feira, agosto 4

Essencial! :D

Gentleman's Willy Care Kit

segunda-feira, julho 18

sábado, julho 16

Hmmmm....

Sou só eu que acho "curioso" o slogan da Nortravel?

sexta-feira, julho 15

Pastafariano lol

http://dailycaller.com/2011/07/14/pastafarian-religious-headgear-gives-new-meaning-to-cookware/

quinta-feira, junho 2

Jackass...

terça-feira, maio 31

Questões realmente importantes...

funny facebook fails - Load Data
see more Failbook

quinta-feira, abril 21

Teoria da Conspiração II


Retomando um tema recente, não consigo evitar falar novamente de um assunto que apesar de ser visto apenas como desporto, envolve muito dinheiro, e é um reflexo da nossa sociedade.

Como se não fosse suficiente a polémica na nomeação dos árbitros por si só, há sempre algo mais para alegrar a festa. Aqui vão mais alguns excertos de artigos e declarações:

"Assumida 3.ª escolha para o jogo da Luz – Olegário Benquerença revelou-se psicologicamente abatido e pediu dispensa, enquanto Pedro Proença foi “desviado” para a final da Taça da Liga –, Carlos Xistra apitou esta época o terceiro jogo do FC Porto e mais uma vez os dragões saíram com a sensação de que nos estádios devia haver um livro de reclamações."

Resumo: Parece que o Benquerença amuou, o Xistra foi escolhido à última da hora, o Porto ganhou mas foi prejudicado. :)

"Luís Guilherme, presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, considera que não se fez tudo o que se podia fazer no processo de nomeação do árbitro para a meia-final da Taça de Portugal desta quarta-feira. O Conselho de Arbitragem da FPF ficou encostado entre a espada e a parede e apenas tinha um árbitro nomeável: Carlos Xistra."

Resumo: Apenas um árbitro devido a um conjunto de factores evitáveis, venceu o Porto mas foi prejudicado. :)

Acontece que eu vi o jogo e vejo futebol há bastantes anos (mas não de forma imparcial). Há cerca de 15 anos achava-se estranho certas decisões dos árbitros e dizia-se que ganhava o melhor. Mais tarde veio a provar-se que não foi bem assim... para usar um eufemismo.
Nos tempos modernos, acham-se estranhas certas decisões dos árbitros, ganha o melhor... mas é prejudicado, contra tudo e todos.

Acho que consigo resumir o futebol português em 2 pontos:
1. Obviamente que quem vive do futebol (jornais desportivos, televisões, comentadores, jornalistas desportivos, etc) não vai colocar em causa a seriedade do desporto que lhe "dá de comer" e assim afastar as pessoas que consomem o produto. Seria quase como um traficante de droga fazer sensibilização nas escolas contra o malefício das mesmas. Ou por exemplo, o nosso PM criticar o sistema de avaliação da Independente.
Por outro lado, o consumidor (eu), viciado, tem dificuldades em assumir o que realmente se passa, embora no fundo tenha a consciência da realidade.
2. Numa analogia estranha, o futebol português é como o filme Matrix. Quem viu e se lembra, sabe que as "máquinas" viviam à custa dos humanos numa espécie de coma. Por experiência de saber feito tinham-se apercebido que os humanos só conseguiam viver dessa forma se nos seus sonhos (sonhos induzidos) existisse o conceito de felicidade e infelicidade. Ora o futebol português é igual, ganha sempre o mesmo, mas de ano a ano lá vai ganhando outro... esse outro vai alternando para manter o espírito feliz no engano.

Já desabafei :D

sexta-feira, abril 15

Pestana, já podes ter um Apple!


sábado, abril 9

HERMAN JOSÉ RODA DA SORTE FELIZ NATAL



Tenho duas questoes existenciais sobre este video! A primeira é se o rapaz atras to Herman é quem parece que é. A segunda é uma duvida existencial sobre a assistente do Herman! Lembro-me de com os meus 10 anos dar largas 'a imaginacao com a beleza dela, apesar de a minha mae nao a achar nada de especial.

sexta-feira, março 25

imPEC!!

quinta-feira, março 24

Geracao a rasca

"Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
 Mia Couto

terça-feira, março 15

Vou comprar um Golf!!!

sexta-feira, março 11

Dedicado a todos os que tem obrigacao de perceber :D


Ao passar por aqui, deu-me um quente aperto na alma de ET...

quarta-feira, março 9

Teoria da Conspiração


Teoria da conspiração, que deixou de ser teoria porque já foi provada no passado, mas pensava-se que já tinha acabado e afinal este ano parece ainda mais acentuada, que envolve os velhos intervenientes e outros mais recentes, e que..., mas que,...

Tenho aqui umas declarações do passado e presente que se tornam ainda mais engraçadas depois de sabermos o que aconteceu na realidade:

"«Esperamos sinceramente que a equipa de arbitragem seja a melhor equipa em campo no domingo, mas não podemos deixar de lamentar que o senhor Vítor Pereira não seja fiel aos seus princípios e escolha para um jogo de tão elevada importância um juiz que à partida não reunia condições para tal.»
A fechar, os dirigentes do SC Braga pedem explicações sobre os pedidos de escusa de Pedro Proença, Duarte Gomes e Olegário Benquerença para esta jornada. «É ainda estranho e pouco comum os elevados pedidos de dispensa de outros árbitros para este encontro, sendo também esta uma matéria que merecia uma explicação pública clara e cabal por parte do presidente da Comissão de Arbitragem», concluem.
"

"De facto, Vítor Pereira viu-se esta semana confrontado com excesso de impedimentos, condicionalismos que o obrigaram a optar pela escolha do único juiz internacional disponível, obedecendo, aliás, a uma norma não estatutária mas que tem sido seguida nos últimos anos com bastante rigor.
Com Pedro Proença, Olegário Benquerença e Duarte Gomes fora de jogo, todos com pedidos de escusa para esta jornada, a Comissão de Arbitragem tão-pouco pôde optar por árbitros como Artur Soares Dias, Vasco Santos ou Jorge Sousa, que recentemente apitaram jogos da equipa da Luz, ou mesmo André Gralha e João Ferreira, pelo facto de terem dirigido partidas recentes do Braga.
"
"Assim sendo, Vítor Pereira não ficou com alternativas e apontou Carlos Xistra como o homem para o desafio da Pedreira."

Foi uma escolha errada mas era o único disponível? Os outros pediram escusa? Para beneficiar o Benfica? E mesmo assim o Benfica perdeu? :)

"«Há palavras que deviam queimar na boca de algumas pessoas. A palavra lei, na boca desse senhor, deveria ser impronunciável. Estamos a falar de alguém que foi condenado por corrupção activa pela justiça desportiva, e só não o foi também pela justiça civil porque esta não entendeu as escutas telefónicas como meio de prova. Por isso, sobre quem está acima da lei, em baixo ou ao lado, estamos conversados», disse João Gabriel."

O que não falta são vigaristas por aí, e a maior parte deles até é admirada e muitas vezes até são eleitas democraticamente para cargos importantes. :)

"«A expulsão desse jogador em particular [Javi García] e de outros já devia ter acontecido há muitos jogos. Fazem dos cotovelos e agressões uma forma normal de entrar nas jogadas. Quando há um árbitro que cumpre as leis, fazem este alarido» Pinto da Costa o GPS humano".

As leis foram feitas para serem cumpridas, excepto para o Bruno Alves, Paulinho Santos, André, Guarda Abel, ... :)

Apesar de tudo, tenho que reconhecer o mérito do Braga. Foi o único dos três grandes que conseguiu vencer um Benfica a jogar com 10 jogadores! Com 11 é difícil mas com 10 viu-se que é possível.